Do fim de semana
Lá fomos a um programa de adultos, ver o Bruno Nogueira ao D. Maria II.
Logo assim à partida coisas que me chateiam, que me pôem a bufar. E é verdade, estas coisas com a idade tendem a piorar. E o Bruno, lá pelo meio, também o diz: "Estou farto de pessoas!"
E porquê? Porque as pessoas adoram olhar para os seus umbigos, e fazer-lhes festinhas, dizer cutxi-cutxi, pavoneá-los pela cidade, ir mostrando-lhes umas coisas e tal... e o que está à volta? é paisagem...
Às portas da sala Garrett, todos aguardamos a abertura das mesmas. Somos obrigados a desviar-nos por pessoas que nos atropelam sem sequer dizer: "Peço desculpa, mas vou atropelá-lo!" Acho que ficava bem. E viro 45º graus, a mesma coisa, e viro para o outro lado, a mesma coisa. Quase que estou agora ao colo da minha companhia... que bom, o calor humano...
Sentamo-nos, sensivelmente a meio da fila, e algu´m que nos aponta para os joelhos, quer passar para o outro lado sem um: "Desculpe, não se importa que eu passe para o outro lado?" e nós, como até estamos demasiado habituados a pessoas, desviamos os joelhos e eu até me levanto um pouco, que gosto pouco de "roçaduras".
Chega a hora de espetáculo e continuam a chegar, pois claro. Quando se diz que começa a tal horas estas pessoas entendem "a partir de tal horas".
Mais de 10 minutos nisto. E eu até desculpo se forem como alguns que vieram da Nazaré ou de Leiria. Nós por acaso só tivemos que descer toda a avenida da liberdade a pé, e ainda deu para irmos comprar uma garrafa de água.
Isto somos nós que deixámos 2 crianças em casa e cujos avós sempre disponíveis, também nunca perdem o tino às horas.
A sério, pessoas, cresçam. É isto que fazem no vosso dia a dia? No vosso trabalho? Tantos miúdos que lá estavam... é um mau augúrio pessoal.
No fim de contas, Bruno queixa-se das pessoas, dos outros, mas também dos deles, da filha, da mulher, do pai e da mãe, que devem ser pessoas sui generis. Mas não serão todos os que já têm mais de 70 anos? E uma pessoa revê-se naquilo, na falta de paciência para as nossas pessoas e isto, meus amigos, com a idade, agrava-se consideravelmente.
Logo assim à partida coisas que me chateiam, que me pôem a bufar. E é verdade, estas coisas com a idade tendem a piorar. E o Bruno, lá pelo meio, também o diz: "Estou farto de pessoas!"
E porquê? Porque as pessoas adoram olhar para os seus umbigos, e fazer-lhes festinhas, dizer cutxi-cutxi, pavoneá-los pela cidade, ir mostrando-lhes umas coisas e tal... e o que está à volta? é paisagem...
Às portas da sala Garrett, todos aguardamos a abertura das mesmas. Somos obrigados a desviar-nos por pessoas que nos atropelam sem sequer dizer: "Peço desculpa, mas vou atropelá-lo!" Acho que ficava bem. E viro 45º graus, a mesma coisa, e viro para o outro lado, a mesma coisa. Quase que estou agora ao colo da minha companhia... que bom, o calor humano...
Sentamo-nos, sensivelmente a meio da fila, e algu´m que nos aponta para os joelhos, quer passar para o outro lado sem um: "Desculpe, não se importa que eu passe para o outro lado?" e nós, como até estamos demasiado habituados a pessoas, desviamos os joelhos e eu até me levanto um pouco, que gosto pouco de "roçaduras".
Chega a hora de espetáculo e continuam a chegar, pois claro. Quando se diz que começa a tal horas estas pessoas entendem "a partir de tal horas".
Mais de 10 minutos nisto. E eu até desculpo se forem como alguns que vieram da Nazaré ou de Leiria. Nós por acaso só tivemos que descer toda a avenida da liberdade a pé, e ainda deu para irmos comprar uma garrafa de água.
Isto somos nós que deixámos 2 crianças em casa e cujos avós sempre disponíveis, também nunca perdem o tino às horas.
A sério, pessoas, cresçam. É isto que fazem no vosso dia a dia? No vosso trabalho? Tantos miúdos que lá estavam... é um mau augúrio pessoal.
No fim de contas, Bruno queixa-se das pessoas, dos outros, mas também dos deles, da filha, da mulher, do pai e da mãe, que devem ser pessoas sui generis. Mas não serão todos os que já têm mais de 70 anos? E uma pessoa revê-se naquilo, na falta de paciência para as nossas pessoas e isto, meus amigos, com a idade, agrava-se consideravelmente.
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